Lifestreaming: Afinal web é feito por pessoas.

28 06 2009

Olá pessoal tudo joia?

web20people

A imagem acima reforça um conceito base muito difundindo na Internet, porém que ainda não foi assimilado por ela:

A Internet é feita por pessoas e não por computadores.

Apesar de ser uma frase simples e de fácil compreensão, ainda há pessoas que acreditam que esta rede mundial é formada por números, rankings, scripts, formatos ou algo do tipo.

Lendo engano. Cada site, blog, rede social, plataforma, software, é feito antes de qualquer coisa, por PESSOAS. São as Pessoas que resolveram criar blogs, que resolveram criar perfis e manter os mesmos em redes sociais, são pessoas que postam aquilo que, por algum motivo acharam relevante divulgar. São Pessoas que perceberam alguma necessidade demanda por outras Pessoas e assim criaram plataformas, softwares e tudo mais.

Baseado nesta premissa básica e também no fato que uma mesma pessoa, principalmente aquelas que possuem vários conteúdos dispersos na rede, foi criado uma novaforma de reunir tudo isso. Afinal, haja Feeds e assinaturas de newsletters – além da busca básica pela net – para encontrar tudo que uma pessoa possui na Internet.

Para resolver esta questão básica é que o conceito de Lifestreaming faz tanto sentido. Lifestreaming refere-se “à atividade de concentrar todo o fluxo de conteúdo produzido por uma pessoa em um único lugar – posts em blogs, atualizações em redes sociais, publicação de fotos etc.” (via Tiago Dória Blog)

Opções para reunir o conteúdo de uma pessoa estão em crescimento na rede. Redes como Facebook, Tumblr, Friendfeed, entre outros já buscam criar, reforçar e progredir neste conceito dentro dos seus sites. Para encontrar outras opções de lifestreaming, veja  neste Blog (em inglês, mas super simples de entender e ver as tais opções).

Veja abaixo dois exemplos de Lifestreaming – O primeiro do próprio Tiago Dória e o outro é do Wagner Martins (Mr.Manson – do Blog Cocadaboa e sócio da agência de Marketing de Guerrilha Espalhe). Pessoas que acreditamos valer a pena conhecer o que estão produzindo na web.

Lifestreaming Tiago Dória no Tumblr

Lifestreaming Tiago Dória no Tumblr

Lifestreaming do Mr.Manson no Yahoo!Pipes (MIstureba do Manson)

Lifestreaming do Mr.Manson no Yahoo!Pipes (Mistureba do Manson)

Entre na onda e faça o seu Lifestreaming também. Não esqueça de nos mandar,ok?

Abraços e afagos

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Ações

Informação

2 responses

29 06 2009
Ricardo Crispim

Você levanta muito bem a tese de que a Internet é uma rede de pessoas, abordagem defendida por teóricos da comunicação como @raquelrecuero. Entretanto cabe lembrar que por mais que hoje as pessoas sejam o foco da Web 2.0, nada disso existiria sem a construção destes softwares computacionais modernos subsidiados por investidores de risco que esperam obter lucros maiores que a média no futuro. YouTube, Twitter, Orkut, Last.fm não retornam qualquer lucro ainda, mas a crença reinante diz que o importante é o capital social para então descobrir a viabilidade comercial de fato. Em um cenário convencional, onde nada disto existisse, você acha que as pessoas se organizariam para esta troca de informações, arcando com os custos da operação? Onde estavam estas pessoas antes dos computadores serem inventados ou antes mesmos da Internet ser liberada ao público?
Quando vejo a debandada em massa de brasileiros do Last.fm depois que ele começou a cobrar 3 dólares por mês para o uso eu penso que ou os publicitários estão realmente superestimando a Internet como meio de comunicação ou estão se superestimando como capazes de torná-la lucrativa.

3 07 2009
nanda_nogueira

Olá Ricardo tudo bem?
Gostei muito do seu comentário. Faz abordagens interessantissimas. Na minha singela opinião eu acredito que se não existisse esta estrutura toda, ainda sim as pessoas se organizariam para troca de informações, pois o individuo é um ser social e colaborativo. A tecnologia só foi um novo meio de fazer as pessoas se relacionarem, trocarem experiências e informações.

Mas o ponto que você apresnta sobre o Last.fm por exemplo, das pessoas deixarem de usar por ser cobrado, este é um dos maiores desafios da internet. Como “monetizar” os serviços e produtos apresentados sem afastar o publico, que etá adotando uma atitude de exigir mais e não querer ser cobrado por isso. Isso está exigindo novas formas de monetização, algo que ainda não está definido e aceito pelo publico.

Não vejo como forma de subestimar o meio de comunicação Internet, pelo contrário: essas formas estão exigindo mais do produtor de conteudo de fazer o seu meio algo com diversidade de atrativos mas sem atacar e encher seu publico com publicidade desnecessária ou intrusiva.
Ainda não achamos o jeito certo é verdade, mas tudo é um processo não acha?

Obrigada pela visita e pela participação.
Abraços
Fernanda Nogueira
Equipe Prosa Interativa

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