Semana Global do Empreendedorismo 2009: É para Botar Pra Fazer

31 07 2009

empreendedor-thumb

Olá pessoal tudo joia?

A imagem acima representa muito bem o inicio de todo negócio, a base de todo empreendedor : uma ideia iluminada nas mãos pronta para virar realidade. É um conceito que, como muitos outros, acreditamos muito e que pretendemos difundi-la por aqui.

O que é muito interessante observar é que há milhares de outras pessoas, empresas, entidades e até políticos que também possuem esta mesma pretensão. Por isso, há cerca de 2 anos criou-se a

Nova Imagem (32)

Para entender melhor sobre este movimento:

É um movimento mundial, que acontece simultaneamente em 90 países, todos os anos.  Só para se ter uma ideia, no ano passado o padrinho mundial do movimento foi o primeiro ministro inglês Gordon Brown. Aqui no Brasil a Endeavor – organização voltada para o empreendedorismo –  é a líder da iniciativa responsáveltambém pela campanha criada para reforçar este conceito chamada de BOTA PRA FAZER.

bota pra fazer

Alguns números:

Em 2008 tivemos:

  • mais de 1.735 organizações nacionais,
  • 1.781 atividades,
  • Envolveram 1.400.000 pessoas (maior mobilização da semana entre todos os países participantes).

E como todo empreendedor vislumbra as grandes e boas oportunidades de longe, não deixe de entrar e se cadastrar na rede social já criada para as discussões, trocas de ideias e ações para a causa. Depois disso é só Botar pra Fazer.

Aproveitando segue os vídeos superinteressantes criados para a campanha do ano passado com pessoas como Luiza Trajano (Magazine Luiza), Luiz Seabra (Natura), Junior (Afroreggae) e até Michael Dell falaram sobre o movimento.

Contamos com a sua participação em 2009 ok?

Abraços e afagos





Estratégia da Disney para pequenas empresas. É muito mais fácil do que se imagina.

14 07 2009

Olá pessoal tudo joia?

disneylogo

Uma das empresas mais impressionantes que se tem noticia, principalmente pelo fato de usar o entretenimento como um negócio diferenciado, criativo, com estratégias supersimples cujo o objetivo maior é fazer o seu cliente, o seu foco e oferecer o melhor serviço para que ele volte e sempre fale bem (Alguém duvide que essa estratégia funciona por lá?).

Sobre esta forma estratégica e inovadora de gerir um negócio surgiram vários livos a reespeito deste assunto como:  “Nos Bastidores da Disney” de Tom Conellan (Editora Futura) e Criando Magia” de Lee Cockerell (Editora Sextante). E como todo livro de cases de sucesso de negócio tem sempre as dicas básicas que, por mais que tenham pessoas que odeiam dicas, são lembretes que podem valer a pena, e bem aplicáveis em qualquer empresa.

Aqui apresentaremos as dicas do livro “Nos bastidores da Disney” (by Administradores.com.br):

bastidoresdisney

Lição n. 1 : “Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara à nossa”.
Já começamos abalando as estruturas das lições básicas de marketing e negócios. Afinal, ensina-se que o concorrente é apenas aquele que atua no mesmo negócio ou ramo que a sua empresa. Já percebeu que devemos rever este conceito.

Se formos observar, esta análise é muito correta, afinal, a partir do momento que seu cliente faz um comparativo da sua empresa com qualquer outro produto, serviço, empresa, neste momento há a possibilidade real que ele prefira o tal outro porduto/serviço/empresa. Da mesma maneira, os clientes internos, seus colaboradores também comparam a sua empresa com as outras nas quais já trabalharam. Colaborador motivado, passará essa motivação no atendimento ao cliente externo.

Lição n. 2: “ Fantástica atenção aos detalhes”.

Sabe aquela famosa experiência ping-pong de call center, que você escuta 300 vezes de pessoas diferentes: “vou estar te transferindo”  e não resolve nada? O foco é  a atenção aos detalhes, investindo recursos em qualquer coisa que afete a experiência de seus convidados, tanto a curto como a longo prazo.


Lição n. 3: “Todos mostram entusiasmo”. Lição n. 4 : “Tudo mostra entusiasmo”.

Resolvemos colocar essas 2 lições juntas pois um complementa a outra. Na cultura da Disney é de praxe e essencial que a experiência do cliente seja perfeita do começo ao fim. Para isso é muito importante que cada elemento da sua equipe e todo o clima da empresa esteja inserido neste processo.

A idéia é:  Quando o cliente entra em contato com sua empresa, você tem a oportunidade de criar valor.

comunicate


Lição n 5: “ Múltiplos postos de escuta”.
Aqui o elemento base é: escute seu cliente. E não apenas naquelas famosas (e algumas chatissimas) pesquisas de opinião. Vai desde reclamações em cartas, emails, telefones, sites, até (e principalmente) comentários, reclamações, dentro da própria empresa. E não apenas de clientes, mas também dos seus clientes internos (colaboradores), afinal, “se deixamos de lado as informações coletadas pelos funcionários, estaremos menosprezando a fonte de informação mais valiosa de que dispomos.”

Lição n. 6 : “Recompensa. Reconhecimento e Comemoração”.
As pessoas tratam os clientes do mesmo modo como são tratadas. A melhor maneira de lidar com recompensa e reconhecimento é: ponha-se no lugar do funcionário. E isso pode ser tanto através de ganhos do tipo “renda econômica”: salário, bônus, benefícios adicionais, descontos e assim por diante. como também do tipo “renda psicológica”, que inclui elogios, cartas de agradecimento, cerimônias de reconhecimento e festas.

E como se consegue esses ganhos? FEEDBACK

A ausência de feedback = diminuição de comprometimento.  O importante é que aconteça o reconhecimento pela contribuição de cada um. Há uma correlação muito bem definida na satisfação do funcionários e na satisfação dos clientes.

Lição n. 7 : “Todas as pessoas são importantes”
Isso pode ser resumido como: EQUIPE. Na Disney, há empenho e compromisso por parte da equipe com os clientes e também compromisso com a equipe.

Para aqueles que precisam de maiores explicações, segue um vídeo bem simples e prático:

Lição n. 1 : “Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara à nossa”.

Esta lição certamente, provoca uma mudança na maneira como as empresas administram a concorrência. Devemos lembrar que um concorrente não é somente o banco do outro lado da cidade ou a distribuidora de bebidas na mesma rua ou na cidade vizinha. Concorrente é qualquer um com quem o cliente tenha contato e o compare a outra empresa. Assim, quando a concorrência for mais eficiente, elevando a satisfação dos clientes acima daquela proporcionada por sua empresa, você meu caro empresário, poderá sofrer prejuízos com essa competição. Da mesma maneira, os clientes internos, seus colaboradores também comparam a sua empresa com as outras nas quais já trabalharam. Colaborador motivado, passará essa motivação no atendimento ao cliente externo.

Lição n. 2: “ Fantástica atenção aos detalhes”.

Será que a atenção aos detalhes faz parte da cultura de sua empresa?

Você já deve ter experimentado ir ao banco para solicitar uma guia de depósito e, naquele momento não havia mais nenhuma no balcão de atendimento. O funcionário também não sabia dizer de quem era a responsabilidade por sua reposição. Esse é um pequeno detalhe , mas que faz toda a diferença. Na Disney, a atenção aos detalhes faz parte da cultura da empresa, investindo recursos em qualquer coisa que afete a experiência de seus convidados, tanto a curto como a longo prazo. Os funcionários, denominados de membros do elenco, estão sempre mudando e limpando móveis, varrendo a calçada, operando carrinhos de algodão-doce, cachorro quente. Todos estão satisfeitos com o seu trabalho e com a experiência quanto as pessoas a quem estão servindo. Os clientes externos são chamados de convidados e escutam música estimulante e alegre , pela manhã, enquanto no final da tarde, a música é mais calma.

Lição n. 3: “Todos mostram entusiasmo”.

A cultura da Disney diz: ajude o cliente, resolva o problema do cliente, isso se aplica a todos na empresa. Cada um dos membros do elenco deseja ajudar os convidados a desfrutarem ao máximo a sua visita. Do pessoal que trabalha no estacionamento às bilheterias. Contadores, engenheiros, produção e vendas, supervisão, finanças e atendimento. Quando o cliente entra em contato com sua empresa, você tem a oportunidade de criar valor.

Lição n. 4 : “Tudo mostra entusiasmo”.

Na Disney, quando os convidados chegam, pela manhã, ouvem música animada; os membros do elenco recebem os convidados com vitalidade. À noite, porém, a música é suave; os membros do elenco agem com tranquilidade. Essa diferença é planejada e proposital. A idéia é entrar em sintonia com o humor dos convidados.

Lição n 5: “ Múltiplos postos de escuta”.

As pesquisas são importantes, mas, é igualmente importante usar outras fontes que também lhe digam como está se saindo. Na verdade, você tem de ouvir o cliente, entrevistando-o e procurando outras fontes de informação, para saber mais sobre o desempenho da sua empresa. Se deixamos de lado as informações coletadas pelos funcionários, estaremos menosprezando a fonte de informação mais valiosa de que dispomos.

Lição n. 6 : “Recompensa. Reconhecimento e Comemoração”.

As pessoas tratam os clientes do mesmo modo como são tratadas. A melhor maneira de lidar com recompensa e reconhecimento é: ponha-se no lugar do fucnionário. Ele precisa ganhar a vida. Essa é a renda econômica: salário, bônus, benefícios adicionais, descontos e assim por diante. Em seguida, há a renda psicológica, que inclui elogios, cartas de agradecimento, cerimonias de reconhecimento, comemoraçoes e festas. As pessoas necessitam das duas formas de renda. Para isso é preciso que exista o comprometimento, em relação com o feedback. A ausência de feedback faz com que as pessoas deixem de lado o comprometimento. Todos na empresa devem mostrar reconhecimento pela contribuição de cada pesoa. Pode ser alguém que trabalha para a empresa; pode ser um funcionário de outro departamento; pode ser um fornecedor; pode ser um cliente que ajuda a empresa a melhorar aquilo que ele deseja. O importante é que aconteça o reconhecimento pela contribuição de cada um. Há uma correlação muito bem definida na satisfação do funcionários e na satisfação dos clientes.

Lição n. 7 : “Todas as pessoas são importantes”

Na Disney, tudo acontece com o resultado do trabalho em equipe. Todos estão empenhados em prestar um serviço de excelência no atendimento ao cliente, que encante as suas expectativas mais elevadas. Na Disney existe um compromisso com os membros do elenco. Existe um cartão de identidade e de relacionamento com o cliente interno, garantindo descontos em restaurantes, cinemas, concertos e eventos esportivos.

Para aqueles que precisam de maiores explicações, abaixo um vídeo simples e bem prático do jeito Disney de ser:

Abraços eafagos





A Social Media tem (terá) uma unidade?

15 06 2009

Olá pessoal, tudo joia?

Nos últimos meses temos conhecido, percebido e vivenciado a relevância da comunicação online (tanto pessoal como corporativa) como um todo e especial através das midias sociais.  O que se vê em eventos que falam a respeito, sejam nacionais como o Social Media Brasil ou regionais como o Agora – é que as pessoas ainda estão em processo de adaptação a esta nova realidade.

SM

Ainda não encontra-se uma unidade nem um processo básico em relação à este conteúdo. Este foi um dos fatores que, por exemplo, no caso do Social Media Brasil, tiveram palestras heterogêneas – desde palestras do tipo #comofaz à palestras mais elaboradas, onde  pressupunha que o conteúdo básico já estava assimilado.  Era por este motivo também, que era nítido que alguns palestrantes mostravam certa dificuldade em apresentar o conteudo e lidar com o público, que mesmo tendo diversas pessoas em diferentes partes do processo de conhecimento e uso dessa nova ferramenta, exigiam alta qualidade e conteúdo nestas palestras.

A forma mais comum foi naturalmente a apresentação de cases próprios ou de terceiros. Até aí tudo bem,porém a maneira de se apresentar isso que foi o diferencial entre as palestras. Enquanto uns usavam e abusavam do jabá próprio  – algo que foi fortemente rebatido pelas twittadas dos participantes e que o case Doritos foi, na minha opinião o hours concours dessa modalidade – ou ainda reproduziam conteúdo de outras palestras já realizadas por eles (e facilmente encontradas na internet).

Uma das palestras que mostrou,de fato (e espontaneamente) como funciona este movimento de midias sociais , foi durante a apresentação de Ian Black – Conceituando e criando estratégias . Numa de suas exemplificações de estratégias em Social Media – falando sobre o evento Claro que é Rock, evento este que se mostrava como algo criado e construído pelas pessoas que vivem, curtem, trabalham com música – definindo desde bandas, locais, alimentação e tudo mais.

Dissemos se mostrava, pois nesta mesma palestra, uma pessoa da plateia gritou um “MENTIRA!” que impressionou muita gente. E foi este grito que gerou um inicio de uma conversa com as pessoas do evento, onde o motivo dessa reclamação, como funcionou de fato, várias twittadas e muito buzz – em relação à ação da garota que fez isso, em relação à empresa, e tudo que estava envolvido a isto.

Esta ação resume o que as redes sociais vieram: promover  conversas, trocas de experiências, de vivências, entre pessoas,  que se comunicam e relacionam através de várias plataformas, sendo a plataforma-base a Tecnologia (Internet). Se por acaso a pessoa ou a empresa, tenta (com ou sem jeitinho) modificar, burlar, este processo (com falta de transparência, ética, e contra os movimentos e peculariedades culturais e sociais de cada grupo), está fadada ao fracasso.

Procurando Criar uma Nova Susan Boyle? #FAIL

Procurando Criar uma Nova Susan Boyle? #FAIL

[Isto inclui, óbvio e também as modinhas forçadas online como criar um “viralzinho”, criar perfis e mais perfis nessas redes e sem promover o diálogo básico]

Esta análise retoma, de certa forma, ao que comentamos a respeito da banalização da internet. Quem está com a palavra agora são as pessoas, falam, gritam, boicotam, editam, defendem e criticam tudo o que está sendo apresentado por estas plataformas e dentro destas interações.

De toda forma, eventos como este ajudam muito a discutir, fomentar e modelar este novo movimento.

Aproveitando o assunto, neste exato momento está acontecendo o Media Connections em Sampa, onde um dos palestrantes – Osvaldo Barbosa Oliveira – da Microsoft apresentou as 10 tendências das Influências de Marketing Social (by twittadas do @GFortes – da Espalhe),vale a pena conferir:

  1. Crescimento do uso de mídias sociais fará crescer conversas relacionadas a marca
  2. O foco muda para os influenciadores
  3. Construção de marca top-down vai ficar mais impotente
  4. Publicidade em mídia social irá amadurecer
  5. A malha social será estendida e impulsionará a inovação em marketing – conexão das diferentes redes
  6. Não apenas amigos, mas TB “pseudo amigos” serão relevantes “meet my 5.000 new best pals”
  7. Pesquisa da influência social vai ser + importante do que a mensuração do social. conhece o twendz?
  8. A função do mkt será reorganizada
  9. A intranet irá de encontro a web “tendencia muito corajosa”
  10. Seu ceo estará na mídia social como o Obama.

#MediaConnections Oswaldo: saiba mais no www.razorfish.com

Abraços e afagos





Ampliando a sua visão sustentável

29 05 2009

Olá pessoal, tudo jóia?

Aproveitando que iniciamos a semana falando de sustentabilidade na comunicação, fui pesquisar a respeito do assunto também na área de business e carreira. Exemplos de empresas que se voltam (ou que estão se voltando) para este assunto estão crescendo progressivamente, pois o que era anteriormente um diferencial, agora ela se tornou essencial.

E não estamos falando Apenas no quesito “verde”, ecológico da coisa… Sustentabilidade vai muito além disso.

Atualmente criou-se um tripé base para que uma empresa, pessoas e projetos possa se denominar sustentável, também chamado de triple bottom linepeople, planet and profit (pessoas, planeta e lucro – em português), ou para ser mais claro, como está a atuação da empresa/projeto/pessoa em termos sociais, ambientais e econômicos. E justamente por ser um assunto complexo e vasto, busquei exemplos de empresas/projetos que  possibilitam visualizar de maneiras diferentes este tripé.

O primeiro projeto que me chamou muita a atenção respeito chama-se Coletivu – é uma rede social cujo objetivo é criar e organizar caronas. Simples assim.

Assim como em outros projetos e em outras empresas, o tripé se apresenta interrelacionados e interdependentes, pois através das pessoas, o Coletivu cria os grupos de interesse (trabalho, eventos, viagens) onde encontramos outras pessoas  que fazem (ou irão fazer) o mesmo percurso que você e estão com o carro vazio.

Através dessa rede social de carona, temos aquela famosa equação em prol docoletivu planeta: menos carro nas ruas = menos uso de combustível = menos poluição = maior cuidado com o meio ambiente, e também o fato de ser algo puramente online  que economiza toda aquela “mão de obra” de processos e materiais para organizar este objetivo. O lucro – que é algo fundamental para qualquer empresa/projeto Literalmente se sustentar – vem das parcerias com empresas e também com o custo que é cobrado para grupos acima de 50 pessoas. Apesar da idéia não estar muito difundida no Brasil, em outros países este sistema já funciona.

Atrelado a este tripé, temos um outro trio de desafios que segundo especialistas, se torna essencial para que a sustentabilidade se torne a diferença numa empresa. São eles:

– Engajar os stakeholders
– Transformar em valor agregado
– Buscar isso na cadeia produtiva em que você está inserido

Para entender estes desafios e seu uso na prática, apresento-lhes o case mais clássico: Banco Real.

Da mesma forma que ocorre no outro tripé, neste também temos os itens se co-relacionando, pois é através do engajamento dos stakeholders (que são todos os públicos envolvidos e afetados pela empresa) – que o Banco Real (por exemplo) pode solicitar e até exigir critérios sustentáveis nas suas parcerias e nas suas relações B2B (business – to – business) dentro da sua cadeia produtiva (vide imagem abaixo).  E disso, o Banco é bem conhecido – se existe algum membro da cadeia produtiva que não pratica a sustentabilidade de forma criteriosa, tem grandes possibilidade de não ter o banco como cliente/parceiro.

Relação sustentavel Banco Real

O último desafio vem como consequência da atuação eficaz dos outros desafios, e comprova que esta co-relaçãoexiste e precisa estar naessência das empresas, como podemos ver na definição abaixo:

“Marca significa uma cultura e dinâmica de relações entre empresa/produto e a sua comunidade, que cria valor para todos os integrantes do ecossistema.”

Espero que este post tenha contribuído de alguma forma para seu conhecimento e que também, lhe proporcione atuações diferenciadas e sustentáveis no seu meio a partir de agora.

Beijos e afagos

[Fonte: ResultON, Slides e detalhes case Banco Real de Maria Camila Giannella – Thymus no ResultsON Day]