Ser workaholic: uma paixão ou uma doença?

12 08 2009

Olá pessoal tudo joia?

Resolvemos falar de um assunto que foi tema da última pesquisa Accenture: Workaholic.

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Esta pesquisa apresentou alguns dados bem interessantes, a saber:

  • Apesar de 8 em 10 profissionais quererem balancear vida profissional e pessoal, mais da metade deles trabalha nas férias;
  • Na Geração Y as coisas são um pouco melhores. Apenas 38% dos nascidos após 1979 trabalham nas férias (afinal a sua maioria são jovens e sem dependentes);
  • Em compensação, entre os Baby Boomers (nascidos antes 1964), a fatia é de 71%. Na Geração X ( dos nascidos entre 1965 e 1978), é de 49%.
  • 44% dos participantes afirmaram sacrificar o equilíbrio trabalho/vida pessoal com o objetivo de crescer na carreira

A pesquisa também apontou que homens e mulheres diferem na maneira que trabalham quando em férias, a ver:

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  • 94% dos homens que disseram trabalhar no período de folga afirmaram que lêem e respondem emails, contra 83% das mulheres
  • 77% dos homens afirmaram que são mais propensos para atender chamadas de telefone de seus supervisores ou colegas, contra 65% das mulheres

E você, em qual item da pesquisa você está inserido?Lembre-se que nada em exagero é bom ,ok?

Abraços e afagos.





Estratégia da Disney para pequenas empresas. É muito mais fácil do que se imagina.

14 07 2009

Olá pessoal tudo joia?

disneylogo

Uma das empresas mais impressionantes que se tem noticia, principalmente pelo fato de usar o entretenimento como um negócio diferenciado, criativo, com estratégias supersimples cujo o objetivo maior é fazer o seu cliente, o seu foco e oferecer o melhor serviço para que ele volte e sempre fale bem (Alguém duvide que essa estratégia funciona por lá?).

Sobre esta forma estratégica e inovadora de gerir um negócio surgiram vários livos a reespeito deste assunto como:  “Nos Bastidores da Disney” de Tom Conellan (Editora Futura) e Criando Magia” de Lee Cockerell (Editora Sextante). E como todo livro de cases de sucesso de negócio tem sempre as dicas básicas que, por mais que tenham pessoas que odeiam dicas, são lembretes que podem valer a pena, e bem aplicáveis em qualquer empresa.

Aqui apresentaremos as dicas do livro “Nos bastidores da Disney” (by Administradores.com.br):

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Lição n. 1 : “Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara à nossa”.
Já começamos abalando as estruturas das lições básicas de marketing e negócios. Afinal, ensina-se que o concorrente é apenas aquele que atua no mesmo negócio ou ramo que a sua empresa. Já percebeu que devemos rever este conceito.

Se formos observar, esta análise é muito correta, afinal, a partir do momento que seu cliente faz um comparativo da sua empresa com qualquer outro produto, serviço, empresa, neste momento há a possibilidade real que ele prefira o tal outro porduto/serviço/empresa. Da mesma maneira, os clientes internos, seus colaboradores também comparam a sua empresa com as outras nas quais já trabalharam. Colaborador motivado, passará essa motivação no atendimento ao cliente externo.

Lição n. 2: “ Fantástica atenção aos detalhes”.

Sabe aquela famosa experiência ping-pong de call center, que você escuta 300 vezes de pessoas diferentes: “vou estar te transferindo”  e não resolve nada? O foco é  a atenção aos detalhes, investindo recursos em qualquer coisa que afete a experiência de seus convidados, tanto a curto como a longo prazo.


Lição n. 3: “Todos mostram entusiasmo”. Lição n. 4 : “Tudo mostra entusiasmo”.

Resolvemos colocar essas 2 lições juntas pois um complementa a outra. Na cultura da Disney é de praxe e essencial que a experiência do cliente seja perfeita do começo ao fim. Para isso é muito importante que cada elemento da sua equipe e todo o clima da empresa esteja inserido neste processo.

A idéia é:  Quando o cliente entra em contato com sua empresa, você tem a oportunidade de criar valor.

comunicate


Lição n 5: “ Múltiplos postos de escuta”.
Aqui o elemento base é: escute seu cliente. E não apenas naquelas famosas (e algumas chatissimas) pesquisas de opinião. Vai desde reclamações em cartas, emails, telefones, sites, até (e principalmente) comentários, reclamações, dentro da própria empresa. E não apenas de clientes, mas também dos seus clientes internos (colaboradores), afinal, “se deixamos de lado as informações coletadas pelos funcionários, estaremos menosprezando a fonte de informação mais valiosa de que dispomos.”

Lição n. 6 : “Recompensa. Reconhecimento e Comemoração”.
As pessoas tratam os clientes do mesmo modo como são tratadas. A melhor maneira de lidar com recompensa e reconhecimento é: ponha-se no lugar do funcionário. E isso pode ser tanto através de ganhos do tipo “renda econômica”: salário, bônus, benefícios adicionais, descontos e assim por diante. como também do tipo “renda psicológica”, que inclui elogios, cartas de agradecimento, cerimônias de reconhecimento e festas.

E como se consegue esses ganhos? FEEDBACK

A ausência de feedback = diminuição de comprometimento.  O importante é que aconteça o reconhecimento pela contribuição de cada um. Há uma correlação muito bem definida na satisfação do funcionários e na satisfação dos clientes.

Lição n. 7 : “Todas as pessoas são importantes”
Isso pode ser resumido como: EQUIPE. Na Disney, há empenho e compromisso por parte da equipe com os clientes e também compromisso com a equipe.

Para aqueles que precisam de maiores explicações, segue um vídeo bem simples e prático:

Lição n. 1 : “Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara à nossa”.

Esta lição certamente, provoca uma mudança na maneira como as empresas administram a concorrência. Devemos lembrar que um concorrente não é somente o banco do outro lado da cidade ou a distribuidora de bebidas na mesma rua ou na cidade vizinha. Concorrente é qualquer um com quem o cliente tenha contato e o compare a outra empresa. Assim, quando a concorrência for mais eficiente, elevando a satisfação dos clientes acima daquela proporcionada por sua empresa, você meu caro empresário, poderá sofrer prejuízos com essa competição. Da mesma maneira, os clientes internos, seus colaboradores também comparam a sua empresa com as outras nas quais já trabalharam. Colaborador motivado, passará essa motivação no atendimento ao cliente externo.

Lição n. 2: “ Fantástica atenção aos detalhes”.

Será que a atenção aos detalhes faz parte da cultura de sua empresa?

Você já deve ter experimentado ir ao banco para solicitar uma guia de depósito e, naquele momento não havia mais nenhuma no balcão de atendimento. O funcionário também não sabia dizer de quem era a responsabilidade por sua reposição. Esse é um pequeno detalhe , mas que faz toda a diferença. Na Disney, a atenção aos detalhes faz parte da cultura da empresa, investindo recursos em qualquer coisa que afete a experiência de seus convidados, tanto a curto como a longo prazo. Os funcionários, denominados de membros do elenco, estão sempre mudando e limpando móveis, varrendo a calçada, operando carrinhos de algodão-doce, cachorro quente. Todos estão satisfeitos com o seu trabalho e com a experiência quanto as pessoas a quem estão servindo. Os clientes externos são chamados de convidados e escutam música estimulante e alegre , pela manhã, enquanto no final da tarde, a música é mais calma.

Lição n. 3: “Todos mostram entusiasmo”.

A cultura da Disney diz: ajude o cliente, resolva o problema do cliente, isso se aplica a todos na empresa. Cada um dos membros do elenco deseja ajudar os convidados a desfrutarem ao máximo a sua visita. Do pessoal que trabalha no estacionamento às bilheterias. Contadores, engenheiros, produção e vendas, supervisão, finanças e atendimento. Quando o cliente entra em contato com sua empresa, você tem a oportunidade de criar valor.

Lição n. 4 : “Tudo mostra entusiasmo”.

Na Disney, quando os convidados chegam, pela manhã, ouvem música animada; os membros do elenco recebem os convidados com vitalidade. À noite, porém, a música é suave; os membros do elenco agem com tranquilidade. Essa diferença é planejada e proposital. A idéia é entrar em sintonia com o humor dos convidados.

Lição n 5: “ Múltiplos postos de escuta”.

As pesquisas são importantes, mas, é igualmente importante usar outras fontes que também lhe digam como está se saindo. Na verdade, você tem de ouvir o cliente, entrevistando-o e procurando outras fontes de informação, para saber mais sobre o desempenho da sua empresa. Se deixamos de lado as informações coletadas pelos funcionários, estaremos menosprezando a fonte de informação mais valiosa de que dispomos.

Lição n. 6 : “Recompensa. Reconhecimento e Comemoração”.

As pessoas tratam os clientes do mesmo modo como são tratadas. A melhor maneira de lidar com recompensa e reconhecimento é: ponha-se no lugar do fucnionário. Ele precisa ganhar a vida. Essa é a renda econômica: salário, bônus, benefícios adicionais, descontos e assim por diante. Em seguida, há a renda psicológica, que inclui elogios, cartas de agradecimento, cerimonias de reconhecimento, comemoraçoes e festas. As pessoas necessitam das duas formas de renda. Para isso é preciso que exista o comprometimento, em relação com o feedback. A ausência de feedback faz com que as pessoas deixem de lado o comprometimento. Todos na empresa devem mostrar reconhecimento pela contribuição de cada pesoa. Pode ser alguém que trabalha para a empresa; pode ser um funcionário de outro departamento; pode ser um fornecedor; pode ser um cliente que ajuda a empresa a melhorar aquilo que ele deseja. O importante é que aconteça o reconhecimento pela contribuição de cada um. Há uma correlação muito bem definida na satisfação do funcionários e na satisfação dos clientes.

Lição n. 7 : “Todas as pessoas são importantes”

Na Disney, tudo acontece com o resultado do trabalho em equipe. Todos estão empenhados em prestar um serviço de excelência no atendimento ao cliente, que encante as suas expectativas mais elevadas. Na Disney existe um compromisso com os membros do elenco. Existe um cartão de identidade e de relacionamento com o cliente interno, garantindo descontos em restaurantes, cinemas, concertos e eventos esportivos.

Para aqueles que precisam de maiores explicações, abaixo um vídeo simples e bem prático do jeito Disney de ser:

Abraços eafagos





O fracasso profissional posto à mesa: O que o erro pode induzir na sua carreira

7 07 2009

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Olá pessoal tudo jóia?

A reportagem do último mês na Você S.A foi sobre o ERRO. Aquilo que muitos humanos abominam,  fogem disso, mas é algo inevitável e é preciso saber conduzir muito bem o que acontece depois dele, para que não seja responsável por coisas maiores, como o fracasso.

Foram uma séria de reportagens, artigos e entrevistas, entre elas com um especialista na área (acredite se quiser) Sydney Finkelstein, professor de liderança e estratégia da escola de negócios Tuck, uma das mais renomadas dos Estados Unidos, autor de 2 livros : Por Que Executivos Inteligentes Falham (M.Books) e “Pense de Novo”, recém-lançado nos EUA.

Segundo ele na campo profissional existem 3 tipos de erros:

  • Raciocínio estratégico: um profissional toma uma iniciativa, desenvolve um projeto/ lança uma estratégia baseado em suposições equivocadas ou ultrapassadas.
  • A comunicação interna da empresa muito falha
  • Erros de liderança: Liderança do tipo hierárquica sempre leva ao erro, afinal ainda existem por aí pessoas que acreditam ter sempre razão.

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Mais uma vez confirmamos que cenas como essas aí da imagem acima não ajudam em nada o crescimento profissional de uma pessoa nem o crescimento de uma empresa, afinal viver num mundo autoritário, imperativo e sem aberturas para discussões, em plena era da comunicação e informação amplamente difundida (graças a nossa amiga Internet)…. Definitivamente não está com nada.

Segundo este mesmo especialista, os fracassos acontecem pois, ao avaliar um problema recorremos as “experiências enganosas” (memórias que parecem similares à situação que estamos enfrentando, mas não são), que nos confundem e criam projeções diferentes à realidade. Experiências como estas respondem por mais de 50% das decisões malsucedidas

Como em outras análises corporativas, chega-se a uma conclusão simples: que o diálogo, o debate entre as pessoas da empresas é a melhor sugestão para amenizar erros profissionais e corporativos. Afinal, assim não se tem apenas um ponto de vista, mas vários, que podem ser apresentados e ajustados para minimizar erros e visualizar novas formas para a criação, execução e monitoramento de projetos ou ações.

Por isso, antes de impor algo, reflita e discuta. sempre temos oportunidades novas para buscar o sucesso, não deixe que ações precipitadas virem erros que impossibilitem chegar lá.

Abraços e afagos





Networking: E como anda o seu?

23 06 2009

Olá pessoal tudo joia?

Atualmente a maioria dos profissionais já sabem – ou pelo menos tem uma boa noção – que não é apenas de competências técnicas e profissionais vive uma carreira. Ela vai além, e um dos fatores de grande relevância, onde a comunicação tem se tornado não apenas um meio mas até um fim para que certas estratégias, ações aconteçam, é o conhecido networking.

Alguns ainda co-relacionam a outro famoso e de certa forma negativo, termo QI (Quem Indica), mas acredito que todos já sabem que ter uma boa rede de contatos, conseguir conversar e estar em diferentes rodas de assuntos, é um diferencial para a carreira de qualquer pessoa.

NetworkingO famoso QI deve ser(ou deveria)  – simplesmente – resultado de um bom Networking, pois pessoas só indicam umas às outras, desde que tenham alguma referência a respeito – o que pode ser facilmente apresentado através das redes de contatos.

Engana-se porém, as pessoas que acreditam que apenas a troca de cartão de visita é suficiente para se ter e principalmente manter uma rede de contatos. O diferencial está justamente em mantê-lo, em fazer que aquele cartão seja apenas um lembrete da pessoa e do profissional que você conheceu em determinado momento, mas que as conversas, as trocas de experiências profissionais e o convívio que foram além do cartão.

O amigo do amigo

É muito comum por exemplo, em eventos corporativos, encontros de negócios ou de uma mesma área, conhecer uma pessoa que tem um amigo que estava buscando alguém justamente com o seu perfil?

Mas também não custa lembrar, que não se deve (como costuma-se dizer) “abusar da boa vontade alheia” e já se apresentar com a cara estampando as suas 2ªs, 3ªs e 4ªs intenções logo após o “oi tudo bem.” Muito menos disparar cartões de visitas para todo ser que aparece na sua frente em um evento.

Muito melhor que atitudes como estas, é ser lembrado por ter sido a pessoa que auxiliou outra dando aquela idéia para um problemão que está na sua empresa, ou que conseguiu te apresentar coisas da sua área que você nem tinha noção. É isso que faz a diferença, que faz com que seus contatos sejam além disso, possibilidades de Oportunidades.

Abraços e afagos





Um Empreendedor pode ser – também – um empregado?

16 06 2009

Olá pessoal, tudo joia?

Começaremos o post da Prosa Profissional com uma indagação bastante interessante: Um Empreeendedor pode ser – também – um empregado? Antes de prosseguir com a leitura deste texto, pare e pense um pouco a respeito.

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Pensou?

Então, esta pergunta é uma das matérias da revista Pequenas Empresas Grandes Negoócios deste mês (que aconselhamos muito você correr até a próxima banca e lê-la), e antes que você responda rapidamente um sonoro Não,  pense em exemplos como Luciano Huck, Marcelo Tas, ou ainda aquele empresário bem sucedido que você conhece que insiste – mesmo você não sabendo por que – em ser professor em faculdade.

O que eles têm em comum?

São empreendedores e empregados.

Bem, não precisamos dizer que o Luciano, o Tas e este empresário não têm necessidade nenhuma de terem a carteira assinada por qualquer empresa que seja, pois o retorno (em todos os sentidos) alcançado pelo esforço e liderança próprios,  já seriam mais que suficientes para viverem apenas disso.  Então o que leva pessoas como eles a terem esta dupla jornada, quando a maioria das pessoas pensam em focar apenas em um dos lados?

Engana-se quem acha esta situação rara, só nos Estados Unidos cerca de 47% dos empreendedores não possuem o negócio próprio como principal fonte de renda. Mas a questão financeira não é o ponto principal para levar uma pessoa a agir assim.

Fatores como segurança, satisfação pessoal (também chamada na língua dos empreendedores como paixão), possibilidade de planejar e atuar com maior prudência (e de forma minusciosa) nos projetos, bem como ampliar e manter atualizado o networking e, consequentemente as possibilidades de novos negócios, são levados em conta neste tipo de escolha.

Afinal, a carteira assinada permite que você sempre conheça e mantenha contato com diversas pessoas – que muitas vezes podem ser também seus clientes/parceiros no seu negócio, e também permite que você planeje de foma mais detalhada e segura os passos do seu empreendimento, já que não se tem a urgência – que acontece em muitos casos – de abrir um negócio para sua sobrevivência.

Antes que pensem que tudo são flores, podemos imaginar que esta dupla jornada não é nada fácil. Não chegamos a conversar com nenhum dos exemplos dados aqui (Luciano Huck e Marcelo Tas), mas imagine o que é ajudar a coordenar e ancorar semanalmente um dos melhores programas de jornalismo-humoristico do país (CQC) , estar totalmente atenado ao que ocorre no mundo e no país para publicar diariamente em seu blog e em seu twitter – sabendo que sua opinião é amplamente difundida, lida, discutida e criticada por toda internet [alguém lembra aí do famigerado case  “Telefônica no twitter do Tas”?], isso quando não tem palestras, visitas para fazer nos diversos cantos do país e também os vários convites para atuações e participações em ações teatrais – como os famosos stand-up comedy.

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Marcelo Tas é o rapaz mais seguido pelo twitter no país (90.637 seguidores contabilizados no dia de hoje), está na blogosfera desde 2003 – ou seja, muito antes desse boom do mundo online, proliferação de blogs e tudo mais (e o melhor,vivia disso). Por isso considerado por muitos um profissional polivante e empreendedor  de sucesso na internet, e poderia muito bem, como fez por algum tempo, não estar na Tv com acontece atualmente. No caso dele, um dos fatores primordiais dessa dupla jornada chama-se paixão.

É também o que move um dos personagens da reportagem da revista, Márcio Siqueira de 36 anos que é sócio proprietário de um escritório de contabilidade e também é supervisor administrativo financeiro de um shopping da cidade de Ribeirão Preto – SP. O lado empresário de Siqueira, para se ter uma idéia, inicia-se diariamente às 5 da manhã e vai até às 9h – quando assume o lado empregado de supervisor – e logo após o horário comercial e também, quando necessário, nos fins de semanas e feriados – retoma-se o lado empresário, resolvendo pendências e planejando os próximos passos da empresa.

Como se pode perceber, é possivel sim ser empreendedor e empregado, porém não é fácil. Cabe ao profissional cuidar muito bem destes dois papéis de forma que as responsabilidades que cada um exige não desequilibre sua carreira por completo.

Pense nisso.

Abraços e afagos






O trabalho em novos tempos

4 06 2009

Olá pessoal, tudo joia?

Apesar da correria para arrumar a mala e ir para Sampa no Social Media Brasil (evento sobre midias sociais com vários paineis e palestras nos dias 05 e 06 de junho), não podia deixar de postar aqui o que pode ser meu último post da semana direto de Uberlândia.

Como o assunto é do dia é sobre Carreira, resolvi pesquisar algum assunto a respeito e que levasse também a fazer uma relação direta com o fato da minha ida  à um evento voltado para o meu profissional. Assim eu achei uma entrevista da revista Você S.A com o filósofo Mário Sergio Cortella – quase certeza que ele já fez um quadro no Fantástico – a respeito do Trabalho em Novos Tempos. Ele estava em divulgação do seu novo livro Qual É a Tua Obra? – Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética (Ed. Vozes) e,

Capa do Livro

Capa do Livro

nesta entrevista ele mostra de forma simples como deve ser encarado o trabalho neste mundo tão fulgás, rápido e em constante mudanças. E isso foi equivalente as coisas que busco atualmente e em especial com o curso em questão.

Para começar ele define a posição do profissional neste momento de mudanças e que eu, particulamente, assino embaixo: “O que mais garante uma presença efetiva e de melhor qualidade no futuro próximo é abrir a mente para novos ensinamentos”. Isso porque a partir de agora, busca-se  um autonomia no trabalho, ou seja, o profissional deve ser capaz de decidir por si próprio, dentro da liberdade individual de cada um (leia-se: SEM atropelar os outros). E só se consegue esta autonomia, na minha singela opinião, buscando novos ensinamentos – posi são eles que proporcionarão segurança e confiança para estas atitudes autônomas.

Já nesta primeira observação, a autonomia no trabalho, proporciona uma nova forma de enxergar o trabalho, a carreira e também o emprego. Afinal, agora as decisões não devem ser mais impostas ou solicitadas por outros – o que seria mais fácil e confortável – elas devem ser apresentadas por nós. E isso muitas vezes gera o medo, que é outro ponto destacado nesta entrevista. O medo pelo novo não deve ser, segundo o filósofo, visto como algo que trava esta busca e este conhecimento.  Pelo contrário, o medo deve ser o sinal de alerta que proporcionará a motivação básica para a busca (de forma pro-ativa) dessas soluções e desses ensinamentos.

Voltando para análise pessoal, ao longo deste ano percebi que a área de Internet e de mídi digital, social (e afins) estava se tornando uma área que iria além do interesse por lazer ou hobby. Verifiquei uma possibilidade  real de conhecer mais a respeito e buscar profissionalizar este aspecto, pois ele traria a oportunidade de atuar de uma nova maneira em áreas comunicativas como áudio e vídeo e que sempre estiveram na minha lista de desejos e maiores interesses.

Do momento que eu vivenciei esta nova área de interesse, passando pelo momento de verificar esta possibilidade até o fato de buscar profissionalização da mesma forma saltos distintos e não tão simples de dar. Afinal, eu poderia muito bem continuar do jeito que estava, na minha zona profissional de conforto e apenas buscar ser melhor naquilo que eu já fazia, o que seria bem mais prático e fácil (e sem tensões e afins).

É aquele negócio, o passo desconhecido, não importa para onde ele seja dado, dá medo sim. Mesmo assim, resolvi “colocar a cara para bater”, acredito muito que com esta nova área de interesse se aperfeiçoando e se profissionalizando(indo a cursos como este), posso oferecer muito mais no meu trabalho (onde eu estiver), sem contar no  impulso e na autonomia que isso proporciona na minha carreira, pois estes ensinamentos me darão constantemente maior segurança nos próximos passo, nas próximas decisões.

Como sabem, não costumo apresentar análises pessoais e particulares dos assuntos, por acreditar que este blog não é tem o objetivo de ser um monólogo mas sim vários diálos. Porém, esta reflexão pessoal é porque acredito que várias histórias se repetem em contextos diversos. E não custa dividir uma experiência para auxiliar (de alguma forma, mesmo que seja em reflexões) outras?

Abraços e afagos,

Até a próxima.