Que possibilidades a internet pode oferecer? E quais estão sendo utilizadas?

20 05 2009


Olá pessoal, tudo joia?

Atualmente percebemos  cada vez mais forte neste meio chamado Internet, que não há um “dono” e sim vários “donos” – como a imagem ao lado – uma das preferidas de Marcelo Tripoli – CEO da Agência Digital ithink (quem eu sou uma admiradora convicta) , pois agora quem define o que ver, ler, conhecer, falar sobre é o consumidor, é a pessoa que está do outro lado do computador .

Porém ao mesmo tempo que a Internet possibilita a esses “donos” essas oportunidades e descobertas, possibilita também a multiplicação negativa das mesmas, o que eu tenho descrito ultimamente de banalização.
Isso é bastante perceptivel nas redes sociais onde com a multiplicação de oportunidades, de usuários, de informações, possibilitou esta banalização, onde fatos, aspectos relevantes e irrelevantes em geral são abordados com a mesma importância e significância (existe essa palavra?).

Vamos dar um exemplo:
Desde o inicio deste ano estou no Twitter, uma rede social considerada um microbbloging onde você basicamente você diz o que está fazendo e pode encontrar (e seguir)pessoas do mundo inteiro que de alguma forma você possui uma certa afinidade e, caso seja reciproco, esta pessoa também o segue. Assim, você acompanha estas pessoas e através dela descobre as tais novas oportunidades que falamos no começo (e como elas divulgá-las).
Até aí, tudo bem.

O problema é que tenho visto ultimamente uma certa discrepância na forma que esta rede social está sendo utilizada. Ao contrário de buscar pessoas com afinidades de idéias e conteúdos, há pessoas que querem é angariar novos seguidores (como são chamados no twitter) pura e simplesmente para ter um numero significativo apresentado no seu perfil de Twitter e o pior fazem isso uma propaganda exacerbada da mesma.

Temos um caso de algum tempo atrás que exemplifica bem isso: Ashton Kutcher – marido da atriz americana Demi Moore – fez campanha para ter mais seguidores que a CNN, mais especificamente ver quem chegaria a 1 milhão de seguidores primeiro. Apesar de ter um certo cunho social nesta campanha , o foco definitivamente não foi esse.

Logo em seguida tivemos os casos onde o foco era a quantidade de seguidores, como a divulgação de meios fradulentos (scripts) para isto acontecer – também chamado de Mano Menezes script (via @crisdias) , que foi o caso mais recente, onde por conta de um desses scripts, em menos de 24h, o perfil do técnico do Corinthians passou o @marcelotas em seguidores  (apesar de ter sido neste caso, vitima no twitter, onde alguma pessoa segundo o @crisdias incorporou este script no twitter dele, para de alguma forma prejudicá-lo).Ou seja, tornou-se “moda”  ter cada vez mais e mais seguidores, com o intuito de por isso ser mais “reconhecido”.

Porém, é importante ressaltar que este reconhecimento é algo vago e irrelevante, pois não é algo trazido nem pelo que a pessoa é nem pelo que a pessoa faz, e sim por números. Sabe aquele esquema de 15 minutos de fama – que tem na Tv até hoje – pois é, isso foi passado também pela internet.
Por ser um assunto que acredito ser de relevante discussão, e que tem muito mais para se acrescentar a respeito, sugiro alguns links de sites sobre o assunto:

Nerdcast sobre o Twitter com @cardoso, @cmerigo, @crisdias (Perfeito!) ,

o Brainscast tv sobre Comunidades online e redes sociais

A discussão sobre este assunto na  comunidade do Prosa Interativa no Gengibre

e também na discussão realizada no meu blog pessoal focado no 1° exemplo – Ashton Krusher –  Post 1, Post 2, Post 3

Enquanto isso, seja livre para discutir este assunto. Todos os comentários serão bem vindos.

Beijos e afagos